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RICARDO GONÇALVES O FOTÓGRAFO ALTERNATIVO

Posted: sexta-feira, 25 de junho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Realizado por Joana Gonçalves, Marta Baguinho e Tânia Marques



ARTIGO: http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=42695

TIAGO NENÉ: Um poeta à beira-mar

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Por Adriano Narciso e David Marques



Aos dez anos destacava-se dos colegas nas composições. Os professores diziam-lhe que tinha jeito para a coisa e o gosto pela literatura foi crescendo. “Lentamente”, afirma. Os anos passaram e o rapaz que lia Uma Aventura fez-se homem e licenciou-se em Direito na Universidade Católica. Pouco depois começa a preparar o lançamento do seu primeiro livro de poesia. Há semanas saiu outro. Polishop é o nome do seu mais recente trabalho, uma compilação de poemas de um homem que, diz, não fuma nem bebe. Mas escreve. Como poucos no Algarve.Os 28 anos não lhe conferem prepotência suficiente para deixar de reconhecer que “transpira” enquanto escreve ao computador cada um dos seus poemas, das suas estrofes e dos seus versos. “Um escritor tem de trabalhar muito”, diz, avançando de seguida que, apesar disso, não pensa muito antes de escrever. “Por vezes parto de uma ideia, mas nunca sei como irá acabar. E é isso que me estimula e me mantém preso”.


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JOAQUIM PARGANA: O ESCULTOR DA PEDRA DO MAR

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Reportagem de Grethel Ceballos e Sofia Trindade

O mar proporciona-lhe os materiais para as suas peças esculpidas à mão, mas também e sobretudo, a inspiração, nascendo dessa conjugação perfeira uma inesgotável criação de figuras marinhas e religiosas.




WEBSITE: http://www.pedradomar.com/

RESTAURANTE COM ALMA

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Por Maria Viana Santos


Perto do Museu e do Clube Naval o “Sal e Fogo” é à primeira vista um restaurante grill, decorado em tons de vermelho e preto com muita madeira à mistura, não que à segunda mude de tons ou de materiais, o que quero dizer é que o espaço não se resume a algo tão simples. Todo o espaço é realmente preenchido de vermelho e preto, com um pouco de branco e castanho-escuro da madeira. Chega-nos assim logo à entrada, o calor vibrante do fogo e arde-nos o sabor do sal, não precisamos sequer de ler o menu e já ficamos a adivinhar os sabores que ali se fazem.


Se a cor é o primeiro ponto que nos salta à vista logo em seguida apercebemo-nos dos planos lineares, dos ângulos rectos, das meias paredes que separam a sala, das semi-janelas que deixam adivinhar o que se passa do outro lado. Depois pelo meio de todas estas rectas, que nos aparecem não só nas paredes como nas mesas e cadeiras, aparecem linhas curvas, que através da luz nos guiam pela sala seguindo as paredes curvilíneas, revestidas de tijolos pretos e de madeira avermelhada, a mesma madeira dos rodapés e dos armários que parecem iluminar as mesas e cadeiras negras que ondulam ao jeito de quem segue a parede.


Aqui parece que nenhum pormenor foi esquecido, desde o logótipo, tão simples e sofisticado como o espaço, ao tampo das cadeiras, vermelho como o fogo, até aos pictogramas que indicam onde fica a casa de banho, até eles se encaixam ali na perfeição. Tudo faz parte do todo, nada destoa, convive em perfeita harmonia, numa calma e alinho permanente.


Se a arquitectura e o design de um espaço assim precisam de ter a alma da gerência e do público, também não consegue por completo deixar de ter um pouco da de quem o projectou, mesmo que essa fosse a sua intenção, o que também duvido, pois ninguém negará gostar de ver o seu trabalho reconhecido. O resultado final transparece sempre um pouco de quem investiu tempo, imaginou reacções, explorou sensações e projectou ideias. Por mais que se abdique de gostos pessoais, de preferências e até se desperdicem capacidades e conceitos, fica sempre um pouco, se esse pouco não ficasse, podia ser qualquer um o escolhido para fazer um espaço ter sentido e começar a existir.

in http://receitas3direito.blogspot.com/search/label/Maria%20Viana%20Santos

FRANCISCO COPETO : ESCULTOR

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Por Catarina Andrez



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http://rrgrupo.com/ana/index.html

C.R ___ TRAÇO

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Reportagem sobre Carlos Rico, autor de banda desenhada de Moura.

Por Fábio Moreira




A vida, a obra e algumas reflexões acerca do mundo da banda desenhada. Traços de um Homem que dedica a sua vida à arte de desenhar. Assume-se como um cartoonista, mas confessa que a banda desenhada lhe desperta uma grande paixão. Para Carlos Rico a fotografia está para o Cartoon assim como um filme está para a banda desenhada, dada a maior complexidade.
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AQUI SABE A SONHO- Análise de «Where the red lilies grow» de Daniela Garcia

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Por Adriana Pacheco



Em “Where the red lillies grow” a poética que lhes dá sentido e coerência, vai para além das imagens.

Os imaginários do inconsciente que se expressam através destas fotografias, encenam obras através da imanência dos objectos, apostando na sedução dos seus efeitos, nas suas metáforas e nas metamorfoses que se transmutam debaixo da luz.

Veiculando uma dimensão simbólica, a autora, Daniela Garcia, transfigura e torna mais exuberante a paisagem, construindo espacialidades com novas definições e novos atributos que ultrapassam as imagens fugazes e os relativismos da circunstância, e exprimem algo de força maior. Perscutando vários sentidos possíveis, permitindo múltiplas viagens e olhares, amplia as dimensões do mundo, o que nos leva a construir um olhar mais activo, intenso, penetrante e inquiridor.

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http://art-entusiast.blogspot.com/2010/06/so-porque-esta-bem-feito.html

ALMA DE ARTISTA

Posted: quinta-feira, 24 de junho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Por Vanessa Costa


O seu estilo artístico foi evoluindo à medida que aprendia as técnicas e adquiria mais conhecimentos. Quando cria uma obra, tem como pretensão exteriorizar o que sente no momento, as emoções.

Carlos Fradinho garante que todas as suas obras têm um significado especial mas vezes houve em que não gostou do resultado final. Os seus trabalhos são realizados na sua própria casa, num pequeno «atelier».
Em média, demora uma a duas semanas para finalizar uma criação.


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http://almadeartista.wordpress.com/2010/06/12/o-lugar/





GRAFFITI - ARTE URBANA

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Por Carlos Guerreiro e Jorge Tavares




O graffiti como forma de expressão artística, está na ordem do dia: Para muitos o graffiti é uma arte; Para outros é puro vandalismo.
Polémicas á parte, decidimos tentar compreender esta forma de arte, entrevistando um graffiter que, após o percurso normal destes artistas, conseguiu transformar esta sua paixão num negócio rentável. Está sediado em Portimão, efectua trabalhos para particulares – bares, quartos de crianças etc – bem como, para a instituições públicas, nomeadamente a Câmara Municipal de Portimão.
Afinal em que ficamos: Arte Urbana contestatária, puro vandalismo ou um negócio rentável espartilhado ao gosto do “comprador”?O percurso – pessoal e artístico - do nosso entrevistado levou-nos a esclarecer todas as nossas dúvidas, conseguindo no final do trabalho entender esta forma de arte. Continua a existir o graffiti como arte urbana e marginal ao mesmo tempo que, muitas mentalidades mais abertas e predispostas, encaram-na como forma de arte, capaz de ser apreciada por miúdos e graúdos.