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LIPDUB EHTA

Posted: quarta-feira, 28 de julho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Realizado por Daniel Candeias e Rita Caeiro



JORGE AQUILINO: O ENGENHOCAS

Posted: segunda-feira, 12 de julho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Jorge aquilino artista algarvio, natural de Castro Marim , tem 63 anos e pertence a última geração de caleiros, arte que herdou do seu pai. Aposentado da função pública, dedicou-se à sua vertente de coleccionador e de “engenhocas”, como o próprio se denomina. O seu espólio é composto por centenas de objectos, alguns oferecidos, outros encontrados ou adquiridos pelo próprio. O sr. Aquilino afirma que já investiu muito dinheiro na sua oficina etnográfica, e que a única regra que há em sua casa é que nada se deita fora, tudo se aproveita. Entre as inúmeras peças constam um bar feito com armações de ferro de camas antigas, mesas e cadeiras feitas apartir de peças de máquinas de costura, barris de vinho transformados em cadeirões e mais de uma dezena de bicicletas transformadas e adaptadas consoante a sua utilidade. A sua faceta de coleccionador levou-o a juntar centenas de objectos ao longo dos anos alguns deles que datam do século XIX, entre eles, livros do ensino primário da época, material agrícola e artesanal, mobiliário entre muitos utensílios. Um dos seus mais emblemáticos trabalhos, que guarda com grande estima no seu “museu”, é um carro (Mini Moke) totalmente modificado que responde as mais variadas vicissitudes que podem surgir. O carro encontra-se dotado de chuveiro “improvisado para o banho depois da praia”, televisões, mesa e cadeiras “quem sabe para um piquenique”, máquina de barbear,carregador para o telemóvel, os mais variados leitores de DVD, CD e cassete e frascos de água benta, pois o artista é um católico fervoroso. O carro encontra-se ornamentado com inúmeros elementos decorativos alusivos ao algarve, com influencias árabes, e arte sacra. O seu mais recente projecto consiste na criação de um autocarro para crianças que consiste num mecanismo idêntico ao de uma bicicleta. Jorge Aquilino, guarda todos os seus trabalhos na sua oficina/museu no Monte Francisco, em Castro Marim.
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ROSA AZINHEIRA: PINTORA OLHANENSE

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Nasceu em Olhão em 1955, local onde reside. Dedicou-se ao comércio durante trinta anos, tendo como hobby a pintura a óleo, pela qual se interessou desde cedo.Em 1991 iniciou a sua aprendizagem em artes plásticas, no Curso de Iniciação à Pintura, com o Mestre Martins Leal, tendo participado em diversas exposições colectivas e individuais.
A pintura é a sua actividade principal ou tem outra?
A minha profissão e principal actividade é a de vendedora num pronto-a-vestir masculino desde 1997.
Quando é que se apercebeu que tinha vocação para pintar?
Quando frequentava o ensino básico, nas aulas de Educação Visual sentia alguma facilidade em desenhar, assim como vontade de criar imagens.
Teve alguma formação nessa área?
Frequento o Curso de Iniciação à Pintura com o Mestre Martins Leal em Olhão desde 1991.
O que mais gosta de pintar?
Gosto de pintar paisagens, a Ria Formosa e expressão corporal.
Acha que é uma arte apreciada pelos algarvios ou não?
A pintura é uma arte muito apreciada pelos algarvios, facto que é justificado pela presença de muitas pessoas em todas as exposições.
É uma arte que compensa em termos monetários?
Não. Os materiais são algo dispendiosos e a venda de quadros não é elevada, pois a população não investe muito nesta área.
Quais os sítios onde já expôs?
Já expus na Galeria Adriano Baptista, em Olhão; na I e II Feira de Arte de Estoi; na Galeria Nova Era, em Faro; no Casino de Vilamoura; na Galeria de Arte Samora Barros, em Albufeira; no Convento de São José, em Lagoa; no IPJ, em Faro; no Centro Cultural de Lagos; e na Galeria Dina Brito, em Olhão.
O que sentiu quando fez a sua primeira exposição?
Nervosismo, expectativa e grande alegria.
Foi gratificante ver que os visitantes gostaram e senti-me enriquecida por ter conseguido tal evento.
Cada vez que vende uma obra qual é a sensação?
Alegria e alguma tristeza ao mesmo tempo. Alegria por haver alguém interessado em comprar o meu trabalho e tristeza por parte de mim partir.
Quem é que compra mais os seus trabalhos?
Estrangeiros e alguns conterrâneos também, porque penso que gostam dos meus quadros.
Qual o artista algarvio que mais admira?
O Mestre Martins Leal, pois além do seu trabalho que eu admiro muito, foi ele que me ensinou a maior parte do que sei hoje e sou capaz de realizar.
O que costuma fazer nos seus tempos livres?
Os tempos livres são muito poucos, sou casada, tenho duas filhas e uma casa para organizar. O pouco tempo que me sobra, geralmente à noite, dedico à pintura.
Tem algum sonho que gostasse de realizar mas que ainda não tenha tido oportunidade?
Sim, gostaria de frequentar um curso de Belas Artes.

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ANÍBAL RUIVO

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Por Martin Mendes

Durante o mês de Julho vão ocorrer duas exposições de obras da autoria de Aníbal Ruivo: na Biblioteca Municipal de Albufeira, cuja inauguração é no dia 08/07 pelas 18h, e na UAlg, campus das Gambelas, cuja inauguração é no dia 09/07 também pelas 18h. A não perder.

Jarra com Flores (1959)

Aníbal de Jesus Ruivo nasceu em 1935, na então vila de São Brás de Alportel. Desde cedo demonstrou uma aptidão artística fora de série, que se materializa num percurso escolar sempre ligado às Artes, desde a Escola Comercial e Industrial de Faro, passando pela Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, e frequentando, por fim, a Escola Superior de Belas Artes. Terminados os seus estudos, volta à sua terra natal para leccionar, nunca deixando de pintar e esculpir.


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KILLING ELECTRÓNICA

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Por Inês Samina e Mariana Soares

Entrevista realizada ao vocalista dos Killing Electrónica: Marcos Alfares.


PARA ALÉM DO HIATO

Posted: sexta-feira, 2 de julho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Por Sónia Lamêra

«Para além do hiato» é um trabalho realizado para a disciplina de Arte em Portugal, e consiste numa entrevista a um artista e a uma análise não formal de um dos seus trabalhos.
A artista que entrevistei foi a animadora Marina Graça.



Hoje, sinto-me:
Ainda muito cansada, embora satisfeita pelos resultados obtidos durante a última semana.


Considerasse uma pessoa criativa?
Sim, considero.

Uma coisa que a faça feliz no trabalho:
As boas relações, os bons resultados e o reconhecimento pelos mesmos por parte de quem trabalha comigo (responsáveis, professores, alunos e funcionários).~

Alguma coisa que a deixe furiosa:
A mediocridade e a falta de visão (...).

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http://sonialamera.blogspot.com/

RICARDO GONÇALVES O FOTÓGRAFO ALTERNATIVO

Posted: sexta-feira, 25 de junho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Realizado por Joana Gonçalves, Marta Baguinho e Tânia Marques



ARTIGO: http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=42695

TIAGO NENÉ: Um poeta à beira-mar

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Por Adriano Narciso e David Marques



Aos dez anos destacava-se dos colegas nas composições. Os professores diziam-lhe que tinha jeito para a coisa e o gosto pela literatura foi crescendo. “Lentamente”, afirma. Os anos passaram e o rapaz que lia Uma Aventura fez-se homem e licenciou-se em Direito na Universidade Católica. Pouco depois começa a preparar o lançamento do seu primeiro livro de poesia. Há semanas saiu outro. Polishop é o nome do seu mais recente trabalho, uma compilação de poemas de um homem que, diz, não fuma nem bebe. Mas escreve. Como poucos no Algarve.Os 28 anos não lhe conferem prepotência suficiente para deixar de reconhecer que “transpira” enquanto escreve ao computador cada um dos seus poemas, das suas estrofes e dos seus versos. “Um escritor tem de trabalhar muito”, diz, avançando de seguida que, apesar disso, não pensa muito antes de escrever. “Por vezes parto de uma ideia, mas nunca sei como irá acabar. E é isso que me estimula e me mantém preso”.


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JOAQUIM PARGANA: O ESCULTOR DA PEDRA DO MAR

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Reportagem de Grethel Ceballos e Sofia Trindade

O mar proporciona-lhe os materiais para as suas peças esculpidas à mão, mas também e sobretudo, a inspiração, nascendo dessa conjugação perfeira uma inesgotável criação de figuras marinhas e religiosas.




WEBSITE: http://www.pedradomar.com/

RESTAURANTE COM ALMA

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Por Maria Viana Santos


Perto do Museu e do Clube Naval o “Sal e Fogo” é à primeira vista um restaurante grill, decorado em tons de vermelho e preto com muita madeira à mistura, não que à segunda mude de tons ou de materiais, o que quero dizer é que o espaço não se resume a algo tão simples. Todo o espaço é realmente preenchido de vermelho e preto, com um pouco de branco e castanho-escuro da madeira. Chega-nos assim logo à entrada, o calor vibrante do fogo e arde-nos o sabor do sal, não precisamos sequer de ler o menu e já ficamos a adivinhar os sabores que ali se fazem.


Se a cor é o primeiro ponto que nos salta à vista logo em seguida apercebemo-nos dos planos lineares, dos ângulos rectos, das meias paredes que separam a sala, das semi-janelas que deixam adivinhar o que se passa do outro lado. Depois pelo meio de todas estas rectas, que nos aparecem não só nas paredes como nas mesas e cadeiras, aparecem linhas curvas, que através da luz nos guiam pela sala seguindo as paredes curvilíneas, revestidas de tijolos pretos e de madeira avermelhada, a mesma madeira dos rodapés e dos armários que parecem iluminar as mesas e cadeiras negras que ondulam ao jeito de quem segue a parede.


Aqui parece que nenhum pormenor foi esquecido, desde o logótipo, tão simples e sofisticado como o espaço, ao tampo das cadeiras, vermelho como o fogo, até aos pictogramas que indicam onde fica a casa de banho, até eles se encaixam ali na perfeição. Tudo faz parte do todo, nada destoa, convive em perfeita harmonia, numa calma e alinho permanente.


Se a arquitectura e o design de um espaço assim precisam de ter a alma da gerência e do público, também não consegue por completo deixar de ter um pouco da de quem o projectou, mesmo que essa fosse a sua intenção, o que também duvido, pois ninguém negará gostar de ver o seu trabalho reconhecido. O resultado final transparece sempre um pouco de quem investiu tempo, imaginou reacções, explorou sensações e projectou ideias. Por mais que se abdique de gostos pessoais, de preferências e até se desperdicem capacidades e conceitos, fica sempre um pouco, se esse pouco não ficasse, podia ser qualquer um o escolhido para fazer um espaço ter sentido e começar a existir.

in http://receitas3direito.blogspot.com/search/label/Maria%20Viana%20Santos

FRANCISCO COPETO : ESCULTOR

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Por Catarina Andrez



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http://rrgrupo.com/ana/index.html

C.R ___ TRAÇO

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Reportagem sobre Carlos Rico, autor de banda desenhada de Moura.

Por Fábio Moreira




A vida, a obra e algumas reflexões acerca do mundo da banda desenhada. Traços de um Homem que dedica a sua vida à arte de desenhar. Assume-se como um cartoonista, mas confessa que a banda desenhada lhe desperta uma grande paixão. Para Carlos Rico a fotografia está para o Cartoon assim como um filme está para a banda desenhada, dada a maior complexidade.
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AQUI SABE A SONHO- Análise de «Where the red lilies grow» de Daniela Garcia

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Por Adriana Pacheco



Em “Where the red lillies grow” a poética que lhes dá sentido e coerência, vai para além das imagens.

Os imaginários do inconsciente que se expressam através destas fotografias, encenam obras através da imanência dos objectos, apostando na sedução dos seus efeitos, nas suas metáforas e nas metamorfoses que se transmutam debaixo da luz.

Veiculando uma dimensão simbólica, a autora, Daniela Garcia, transfigura e torna mais exuberante a paisagem, construindo espacialidades com novas definições e novos atributos que ultrapassam as imagens fugazes e os relativismos da circunstância, e exprimem algo de força maior. Perscutando vários sentidos possíveis, permitindo múltiplas viagens e olhares, amplia as dimensões do mundo, o que nos leva a construir um olhar mais activo, intenso, penetrante e inquiridor.

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http://art-entusiast.blogspot.com/2010/06/so-porque-esta-bem-feito.html

ALMA DE ARTISTA

Posted: quinta-feira, 24 de junho de 2010 by ARTE EM PORTUGAL in
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Por Vanessa Costa


O seu estilo artístico foi evoluindo à medida que aprendia as técnicas e adquiria mais conhecimentos. Quando cria uma obra, tem como pretensão exteriorizar o que sente no momento, as emoções.

Carlos Fradinho garante que todas as suas obras têm um significado especial mas vezes houve em que não gostou do resultado final. Os seus trabalhos são realizados na sua própria casa, num pequeno «atelier».
Em média, demora uma a duas semanas para finalizar uma criação.


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http://almadeartista.wordpress.com/2010/06/12/o-lugar/





GRAFFITI - ARTE URBANA

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Por Carlos Guerreiro e Jorge Tavares




O graffiti como forma de expressão artística, está na ordem do dia: Para muitos o graffiti é uma arte; Para outros é puro vandalismo.
Polémicas á parte, decidimos tentar compreender esta forma de arte, entrevistando um graffiter que, após o percurso normal destes artistas, conseguiu transformar esta sua paixão num negócio rentável. Está sediado em Portimão, efectua trabalhos para particulares – bares, quartos de crianças etc – bem como, para a instituições públicas, nomeadamente a Câmara Municipal de Portimão.
Afinal em que ficamos: Arte Urbana contestatária, puro vandalismo ou um negócio rentável espartilhado ao gosto do “comprador”?O percurso – pessoal e artístico - do nosso entrevistado levou-nos a esclarecer todas as nossas dúvidas, conseguindo no final do trabalho entender esta forma de arte. Continua a existir o graffiti como arte urbana e marginal ao mesmo tempo que, muitas mentalidades mais abertas e predispostas, encaram-na como forma de arte, capaz de ser apreciada por miúdos e graúdos.